Arquivo e impressão digital
- Nome
- Tamanho
- Tipo MIME
- Dimensões
- Modificação do arquivo
- Impressão SHA-256
-
Laboratório de evidência digital
vestígio digital sob controle
Aviso O vestigia é um instrumento de apoio e estudo. Ele não substitui perícia oficial nem os procedimentos formais de cadeia de custódia previstos em lei (arts. 158-A a 158-F do Código de Processo Penal). Consulte sempre profissional habilitado antes de qualquer uso probatório ou processual.
Novo registro
Comece pelo arquivo, identifique o caso e documente os eventos de custódia.
Próximo passo: selecione o arquivo da evidência.
Campo livre. Use a referência que fizer sentido no seu fluxo de trabalho: número de caso, protocolo interno, nome do item.
Registre cada evento relevante de manuseio da evidência. A cadeia abaixo é reordenada por data e hora, do elo mais antigo ao mais recente.
| Data e hora | Tipo | Responsável | Local | Observações | Ações |
|---|
Gere o manifesto assim que a impressão estiver calculada. Cada nova geração cria uma revisão numerada.
Guarde os arquivos .json junto da evidência para continuar ou verificar o registro no futuro.
Cotejo independente
Carregue as duas referências. A comparação acontece automaticamente quando ambas estiverem prontas.
| Impressão esperada (manifesto) | |
|---|---|
| Impressão do arquivo atual | |
Selecione dois manifestos do mesmo arquivo para visualizar eventos e campos adicionados, removidos ou alterados.
Transparência técnica
Uma ferramenta pequena, auditável e consciente dos próprios limites.
O vestigia é um instrumento local para apoiar a verificação de integridade e a documentação da cadeia de custódia de evidências digitais. Ele calcula a impressão criptográfica (SHA-256) de um arquivo, permite registrar eventos cronológicos de manuseio (coleta, transferência, análise, armazenamento) e consolida tudo em um manifesto que pode ser conferido a qualquer momento posterior.
O conceito de cadeia de custódia trabalhado aqui toma como referência o art. 158-A do Código de Processo Penal, incluído pela Lei nº 13.964/2019, que a define como o conjunto de procedimentos destinados a manter e documentar a história cronológica do vestígio, assegurando sua rastreabilidade desde o reconhecimento até o descarte.
O SHA-256 é uma função hash criptográfica: qualquer arquivo, de qualquer tamanho, produz uma sequência fixa de 64 caracteres hexadecimais. Duas propriedades tornam isso útil para checar integridade. A primeira é o determinismo: o mesmo arquivo sempre produz a mesma impressão. A segunda é o efeito avalanche: qualquer alteração, ainda que de um único bit, produz uma impressão completamente diferente. Comparar a impressão atual com a registrada no manifesto original revela, de forma técnica, se o conteúdo permanece inalterado.
Todo o processamento acontece no seu navegador, usando a Web Crypto API nativa. Nenhum arquivo, impressão, metadado ou evento de cadeia de custódia é enviado a qualquer servidor. A página funciona normalmente sem conexão com a internet.
O vestigia verifica integridade, ou seja, se o conteúdo mudou. Ele não atesta autenticidade de origem nem autoria. O registro da cadeia de custódia depende da boa-fé de quem usa o instrumento. O encadeamento SHA-256 e a assinatura local detectam alterações posteriores no manifesto, mas não comprovam que o fato informado era verdadeiro e não equivalem a certificado ICP-Brasil nem a carimbo de tempo qualificado. A guarda do manifesto, da chave e do arquivo original é de responsabilidade exclusiva do usuário.
O vestigia é um instrumento de apoio e estudo, não um substituto de perícia oficial. Ele não supre os procedimentos formais de cadeia de custódia previstos em lei (arts. 158-A a 158-F do CPP), tampouco produz laudo pericial. Os dados usados no modo de demonstração são inteiramente fictícios. Antes de qualquer uso em contexto processual ou probatório, consulte profissional habilitado, como advogado ou perito.